Irmãs da Imaculada Conceição de Castres

a vida missionária das irmãs azuis no mundo  

E a missão da comunidade com Sainte Emilie!

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Soeur Joaninha avec les migrants à la frontière du Perou Joaninha Honório Madeira, missionária da Rede Itknersnte da Repam (Foto: Alexandre Cruz Noronha/Amazônia Real)

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La police présente sur les lieux.

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As "Irmãs Azuis" trabalham na Arquidiocese de Vitória - Paróquia de Santa Maria Goretti - Jardim América - há 24 anos, sem contar a primeira missão, uma presença ativa em Santa Helena, no Seminário Diocesano e na Catedral de Vitória.


Hoje, três irmãs (Iracema, Hoffélia e Izabete) continuam a ser presença de Jesus Salvador e, com seu compromisso missionário, fazem com que Jesus seja mais conhecido, servido e amado.
Numa missão itinerante de ESCUTA e acompanhamento vocacional, irradiam a sua Ação de Evangelização / Formação no Estado do Espírito Santo, sob a Luz do Espírito Santo; eles dão retiros espirituais e Oficinas de Formação Humana, tanto na Paróquia como em outras partes do Brasil, bem como na Equipe de Formação da América Latina e no Haiti!


Na festa de Corpus Christi, este ano, devido à crise de saúde que o Brasil enfrenta, epicentro da Covid 19, a Procissão de Corpus Christi aconteceu em uma Caravana; Jesus sai pelas ruas e bairros e visita as 13 comunidades da Paróquia, abençoando-as.


Ficamos muito surpresos e felizes quando o Padre Roberto Luiz Ferreira (Passionista), chegando em nossa comunidade paroquial, deu a bênção da Eucaristia de Jesus por intercessão de Santa Emilie de Villeneuve, nossa Fundadora. Irmã Izabete Dal Farra a registrou este momento que transmitimos para você.

A festa do corpus christi na arquidiocese cariacica de vitória es brazil

3 de junho de 2021

Tríduo Pascal com as crianças na Escola do Gabão

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Soeur Joaninha avec les migrants à la frontière du Perou Joaninha Honório Madeira, missionária da Rede Itknersnte da Repam (Foto: Alexandre Cruz Noronha/Amazônia Real)

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Vie difficile des migrants à la frontière du Peru

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Soeur Joaninha avec les migrants à la frontière du Perou Joaninha Honório Madeira, missionária da Rede Itknersnte da Repam (Foto: Alexandre Cruz Noronha/Amazônia Real)

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Tríduo Pascal com nossos amiguinhos que acompanham Jesus de perto desde ontem, 1º de abril ...

A Escola Primária "Irmã Marie Gaston" em Port-Gentil no Gabão, celebrou o Tríduo Pascal com as crianças. Normalmente, neste período da Semana Santa estamos de férias como Escola Católica, mas este ano com as restrições impostas pela pandemia e o atraso nas aulas, não tivemos folga.

Aproveitamos então para viver plenamente esta Semana Santa com as crianças; Assim, eles viveram a 5a. feira Santa e a Paixão de Cristo na vida real.

Foi lindo ver como essas crianças celebraram com muito amor e interiorizaçao esses momentos.

em port-gentil tríduo pascal com os amigos(as) de Jesus

2 de abril de 2021

Festa de Emilie e festa da Escola em Guiné-Bissau - São Domingos

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Vie difficile des migrants à la frontière du Peru

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Difficultés rencontrées pendant 27 jours.

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GRANDE ALEGRIA PARA TODOS NESTE DIA DE NOSSA FESTA ESCOLAR COM SANTA EMILIE DE VILLENEUVE, NO DIA DE SEU ANIVERSÁRIO.

Algumas notícias de São Domingos! Comemoramos o aniversário de nossa Boa Madre Emilie que também é a festa de nossa escola. Por causa da pandemia, a celebramos sobriamente com uma novena preparatória, limpeza e manutenção do meio ambiente e por meio de competições esportivas.

Todos os alunos viveram com prazer este momento festivo e também participaram  nas várias atividades que lhes foram oferecidas. Os leigos e as Irmãs deram o  melhor para que esta festa trouxesse alegria e vida a cada criança que lhes foi confiada, para que se desenvolvam e cresçam harmoniosamente.

Irmã Virginie Ndour

em são Domingos, festa do colégio e de santa emília

9 de março de 2021

 
 

Migrantes na Amazônia são impedidos de voltar para casa

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Soeur Joaninha avec les migrants à la frontière du Perou Joaninha Honório Madeira, missionária da Rede Itknersnte da Repam (Foto: Alexandre Cruz Noronha/Amazônia Real)

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01 être migrant
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Vie difficile des migrants à la frontière du Peru

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policia amazonas
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Difficultés rencontrées pendant 27 jours.

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Soeur Joaninha avec les migrants à la frontière du Perou Joaninha Honório Madeira, missionária da Rede Itknersnte da Repam (Foto: Alexandre Cruz Noronha/Amazônia Real)

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Desde o início da viagem de 23 dias, ouvindo tanta gente, num encontro, falavam de aventuras. Vendo a realidade, seus rostos se assemelhando, eles até pareciam os mesmos; cada pessoa é única; e cada povo tem suas peculiaridades.
Uma noite, ruminando o que havíamos vivido durante o dia, perguntei-me: o que é ser migrante? o que significa ser um migrante? Pelo que ouvi naquele dia, resolvi mentalmente algumas frases que - nas entrelinhas e diretamente vieram do compartilhamento, de sua libertação.
Ser migrante significa saber o que você deixou para trás e nunca o que encontrará pela frente, o que fará amanhã. Está à procura de um local onde se sinta sossegado e feliz.
Ser migrante é continuar a viajar. Querer cruzar, cruzar fronteiras, seguir o caminho; ser migrante é suportar o peso da estrada e a indiferença das autoridades.

Ser migrante significa “não desistir da família”. Soror me disse: "Como posso ficar sem minha família? Todos os dias minha mente fica pensando em meu pai, minha mãe.
“Ser migrante é ter origens diferentes”, nem todos vão para o mesmo lugar. “Ser migrante é perceber que a pandemia está no coração e não nas mentes das autoridades peruanas, disse Maria indignada. um coração de mãe que pode suportar qualquer coisa.


“O migrante sai porque precisa, não sabe se a passagem será fechada ou aberta; sai porque está procurando um lugar bom para morar, sabe o que deixou para trás, não o que vai encontrar antes ele, ele vai onde seu coração está em paz. quieto. "
A migração é um direito, sempre existiu. Ser migrante significa enfrentar a polícia, e até tirar uma foto com ela no final do processo. É olhar para a fronteira e enfatizar o que este refrão diz, "basta passar" mesmo que as fronteiras e os corações estejam fechados.
Ser migrante é ser valente, saber carregar os filhos que vão economizar nos momentos em que devemos ter cuidado com a segurança.


E por falar em filhos, também aprendem desde o ventre materno que a vida é um desafio e que devem enfrentar juntos os obstáculos da travessia. junto as barreiras da travessia. Eles enfrentam mosquitos e todos os tipos de criaturas, chuvas de inverno e verão
e exploradores ... Não tendo água por um dia. Banhar-se ao ar livre para suas necessidades fisiológicas apenas com o vento.


Ser migrante é ser acolhido, amado e escutado pela Igreja em movimento ... Ela, a exemplo e a pedido do Papa Francisco, deve estar presente, sentir e saborear os seus "aperitivos" ... Ela deve olhar em seus olhos e senti-los como irmãos, acariciar os filhos, compreender o silêncio da mulher e respeitar a desconfiança específica de quem chega todos os dias ... E também observar como as mulheres trançam pacientemente os cabelos, mecha por mecha, para se tornar ainda mais bonito do que é; também os homens sem discriminação.


Ser migrante significa mostrar liderança, paciência e resiliência perante as situações; é debater e acolher os mais desfavorecidos.
debater e acolher as mais diversas propostas e, desgrenhadas no estado físico, continuar a agarrar-se ao que temos para não
desanime. Trata-se de debater com as autoridades, traduzir para os compatriotas, comer muito rápido e estar atento às crianças e ao meio ambiente.

migrante! Quem é Você ?

 irmã joaninha da equipe missionária itinerante na amazônia

Março de 2021

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Ser migrante nesta fronteira é suportar preconceitos, exploração, olhares julgadores, é enfrentar a indiferença da opinião pública, à pandemia e não perder a alegria.

Aprendi muito durante esses 23 dias de presença gratuita com meus irmãos e irmãs, africanos, haitianos, congoleses, Costa do Marfim, Bangladesh, Paquistão, Índia ...
Obrigado por nos permitir viver o Evangelho do acolhimento: “Eu era um estrangeiro e tu me acolheu na tua cidade.
na sua cidade.

Além disso, você precisará saber mais sobre o assunto.

Joaninha Honório Madeira cic- Equipe Missionária Itinerante da Amazônia.

acolhida welcome